Revoluções Mínimas
o respiro poético que transforma.

Revoluções Mínimas
o respiro poético que transforma.

Revoluções Mínimas
o respiro poético que transforma.

Vivemos tempos acelerados. A rotina exige pressa, a mente transborda preocupações e, sem perceber, esquecemos de algo essencial: a poesia! E se, em meio ao caos, fizéssemos uma pausa para ler poesia? Inspirar profundamente, silenciar o ruído ao redor e nos reconectar conosco. Uma revolução mínima, mas poderosa.

Na poesia encontramos refúgio. Ela nos convidam ao recolhimento, ao cuidado com o que realmente importa. Novas descobertas surgem quando mergulhamos no universo poético. Em um mundo de excessos, precisamos de menos: menos correria, menos distrações, menos sobrecarga. Só assim abrimos espaço para o que nos transforma de verdade.

Quando escolhemos a poesia, escolhemos sentir mais e criamos um impacto silencioso, profundo. Uma nova forma de ver o mundo nasce dentro de nós. Em tempos conturbados e confusos como os que vivemos, a poesia é pausa, desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, para perceber o quanto podemos mudar nossas vidas. Essa mudança tem nome: Revoluções Mínimas – o respiro poético que transforma.

Vivemos tempos acelerados. A rotina exige pressa, a mente transborda preocupações e, sem perceber, esquecemos de algo essencial: a poesia! E se, em meio ao caos, fizéssemos uma pausa para ler poesia? Inspirar profundamente, silenciar o ruído ao redor e nos reconectar conosco. Uma revolução mínima, mas poderosa.

Na poesia encontramos refúgio. Ela nos convidam ao recolhimento, ao cuidado com o que realmente importa. Novas descobertas surgem quando mergulhamos no universo poético. Em um mundo de excessos, precisamos de menos: menos correria, menos distrações, menos sobrecarga. Só assim abrimos espaço para o que nos transforma de verdade.

Quando escolhemos a poesia, escolhemos sentir mais e criamos um impacto silencioso, profundo. Uma nova forma de ver o mundo nasce dentro de nós. Em tempos conturbados e confusos como os que vivemos, a poesia é pausa, desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, para perceber o quanto podemos mudar nossas vidas. Essa mudança tem nome: Revoluções Mínimas – o respiro poético que transforma.

Vivemos tempos acelerados. A rotina exige pressa, a mente transborda preocupações e, sem perceber, esquecemos de algo essencial: a poesia! E se, em meio ao caos, fizéssemos uma pausa para ler poesia? Inspirar profundamente, silenciar o ruído ao redor e nos reconectar conosco. Uma revolução mínima, mas poderosa.

Na poesia encontramos refúgio. Ela nos convidam ao recolhimento, ao cuidado com o que realmente importa. Novas descobertas surgem quando mergulhamos no universo poético. Em um mundo de excessos, precisamos de menos: menos correria, menos distrações, menos sobrecarga. Só assim abrimos espaço para o que nos transforma de verdade.

Quando escolhemos a poesia, escolhemos sentir mais e criamos um impacto silencioso, profundo. Uma nova forma de ver o mundo nasce dentro de nós. Em tempos conturbados e confusos como os que vivemos, a poesia é pausa, desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, para perceber o quanto podemos mudar nossas vidas. Essa mudança tem nome: Revoluções Mínimas – o respiro poético que transforma.

Vivemos tempos acelerados. A rotina exige pressa, a mente transborda preocupações e, sem perceber, esquecemos de algo essencial: a poesia! E se, em meio ao caos, fizéssemos uma pausa para ler poesia? Inspirar profundamente, silenciar o ruído ao redor e nos reconectar conosco. Uma revolução mínima, mas poderosa.

Na poesia encontramos refúgio. Ela nos convidam ao recolhimento, ao cuidado com o que realmente importa. Novas descobertas surgem quando mergulhamos no universo poético. Em um mundo de excessos, precisamos de menos: menos correria, menos distrações, menos sobrecarga. Só assim abrimos espaço para o que nos transforma de verdade.

Quando escolhemos a poesia, escolhemos sentir mais e criamos um impacto silencioso, profundo. Uma nova forma de ver o mundo nasce dentro de nós. Em tempos conturbados e confusos como os que vivemos, a poesia é pausa, desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, para perceber o quanto podemos mudar nossas vidas. Essa mudança tem nome: Revoluções Mínimas – o respiro poético que transforma.

A primeira vez que ouvi a expressão “revoluções mínimas” foi através da professora Edimara de Lima, que, com sua inteligência e sensibilidade montessoriana, me mostrou a possibilidade de transformar nossas vidas em favor de uma cultura de paz. Ela dizia que as mudanças que desejamos são feitas através de revoluções mínimas — pequenos passos, de dentro para fora e de fora para dentro.”

Alessandro Ayudarte, o autor.

A primeira vez que ouvi a expressão “revoluções mínimas” foi através da professora Edimara de Lima, que, com sua inteligência e sensibilidade montessoriana, me mostrou a possibilidade de transformar nossas vidas em favor de uma cultura de paz. Ela dizia que as mudanças que desejamos são feitas através de revoluções mínimas — pequenos passos, de dentro para fora e de fora para dentro.”

Alessandro Ayudarte, o autor.

A primeira vez que ouvi a expressão “revoluções mínimas” foi através da professora Edimara de Lima, que, com sua inteligência e sensibilidade montessoriana, me mostrou a possibilidade de transformar nossas vidas em favor de uma cultura de paz. Ela dizia que as mudanças que desejamos são feitas através de revoluções mínimas — pequenos passos, de dentro para fora e de fora para dentro.”

Alessandro Ayudarte, o autor.

A primeira vez que ouvi a expressão “revoluções mínimas” foi através da professora Edimara de Lima, que, com sua inteligência e sensibilidade montessoriana, me mostrou a possibilidade de transformar nossas vidas em favor de uma cultura de paz. Ela dizia que as mudanças que desejamos são feitas através de revoluções mínimas — pequenos passos, de dentro para fora e de fora para dentro.”

Alessandro Ayudarte, o autor.

“Os olhos do poeta são sempre uma boa máquina fotográfica, que, com aprumo e delicadeza, segue a fotografar as tantas coisas e fatos do real que o circundam e que ele, homem de seu tempo, vive... É este poeta que vem à tona neste “Revoluções Mínimas”. Poeta, músico e homem de e da palavra, revolucionário sintético com elas de tal maneira que, em cada página, vai nos tocando, surpreendendo, provocando e nos deixando cada vez mais reflexivos ao lê-lo.”

J.Cordeirovich, poeta, músico e escritor.

“Os olhos do poeta são sempre uma boa máquina fotográfica, que, com aprumo e delicadeza, segue a fotografar as tantas coisas e fatos do real que o circundam e que ele, homem de seu tempo, vive... É este poeta que vem à tona neste “Revoluções Mínimas”. Poeta, músico e homem de e da palavra, revolucionário sintético com elas de tal maneira que, em cada página, vai nos tocando, surpreendendo, provocando e nos deixando cada vez mais reflexivos ao lê-lo.”

J.Cordeirovich, poeta, músico e escritor.

“Os olhos do poeta são sempre uma boa máquina fotográfica, que, com aprumo e delicadeza, segue a fotografar as tantas coisas e fatos do real que o circundam e que ele, homem de seu tempo, vive... É este poeta que vem à tona neste “Revoluções Mínimas”. Poeta, músico e homem de e da palavra, revolucionário sintético com elas de tal maneira que, em cada página, vai nos tocando, surpreendendo, provocando e nos deixando cada vez mais reflexivos ao lê-lo.”

J.Cordeirovich, poeta, músico e escritor.

“Os olhos do poeta são sempre uma boa máquina fotográfica, que, com aprumo e delicadeza, segue a fotografar as tantas coisas e fatos do real que o circundam e que ele, homem de seu tempo, vive... É este poeta que vem à tona neste “Revoluções Mínimas”. Poeta, músico e homem de e da palavra, revolucionário sintético com elas de tal maneira que, em cada página, vai nos tocando, surpreendendo, provocando e nos deixando cada vez mais reflexivos ao lê-lo.”

J.Cordeirovich, poeta, músico e escritor.

Para dar forma a essa ideia, o autor escreveu "Revoluções Mínimas – um livro de poemas", uma obra que traduz em poesia e ilustrações a importância de parar, respirar e encontrar beleza no essencial. Com inspiração poética, o livro convida o leitor a refletir e a perceber que cada pequeno gesto de cuidado consigo e com o mundo é um ato revolucionário. Afinal, mudar o coletivo começa na transformação individual.

Até chegarmos nessa amplitude filosófica, carregada de utopias e de possíveis realidades, as grandes mudanças humanas necessitam passar pelos indivíduas, por cada um de nós e nossas tantas subjetividades.

A poesia, assim como a música, o teatro e todas as artes, são essas possibilidades de nos colocar em uma trilha interior onde, de forma mínima, as grandes revoluções do ser acontecem. Essas revoluções, aos poucos, são capazes de curar os nossos medos e mudar o rumo de nossas prosas – de nossas vidas e de todos no nosso entorno.

Para dar forma a essa ideia, o autor escreveu "Revoluções Mínimas – um livro de poemas", uma obra que traduz em poesia e ilustrações a importância de parar, respirar e encontrar beleza no essencial. Com inspiração poética, o livro convida o leitor a refletir e a perceber que cada pequeno gesto de cuidado consigo e com o mundo é um ato revolucionário. Afinal, mudar o coletivo começa na transformação individual.

Até chegarmos nessa amplitude filosófica, carregada de utopias e de possíveis realidades, as grandes mudanças humanas necessitam passar pelos indivíduas, por cada um de nós e nossas tantas subjetividades.

A poesia, assim como a música, o teatro e todas as artes, são essas possibilidades de nos colocar em uma trilha interior onde, de forma mínima, as grandes revoluções do ser acontecem. Essas revoluções, aos poucos, são capazes de curar os nossos medos e mudar o rumo de nossas prosas – de nossas vidas e de todos no nosso entorno.

Para dar forma a essa ideia, o autor escreveu "Revoluções Mínimas – um livro de poemas", uma obra que traduz em poesia e ilustrações a importância de parar, respirar e encontrar beleza no essencial. Com inspiração poética, o livro convida o leitor a refletir e a perceber que cada pequeno gesto de cuidado consigo e com o mundo é um ato revolucionário. Afinal, mudar o coletivo começa na transformação individual.

Até chegarmos nessa amplitude filosófica, carregada de utopias e de possíveis realidades, as grandes mudanças humanas necessitam passar pelos indivíduas, por cada um de nós e nossas tantas subjetividades.

A poesia, assim como a música, o teatro e todas as artes, são essas possibilidades de nos colocar em uma trilha interior onde, de forma mínima, as grandes revoluções do ser acontecem. Essas revoluções, aos poucos, são capazes de curar os nossos medos e mudar o rumo de nossas prosas – de nossas vidas e de todos no nosso entorno.

O livro

O livro

Revoluções Mínimas – um livro de poemas nasce como um convite ao recolhimento, à contemplação e à mudança que começa no íntimo de cada um.

Criar este livro foi um processo de busca. Palavras arranjadas como notas de uma melodia silenciosa e as ilustrações de Arthur Pescuma, que dialogam em equilíbrio entre sentimento e pensamento. Um mergulho nas experiências e na observação do mundo do autor para esculpir poemas que, com aprumo e delicadeza, tocam corações e mentes.

Inspirado no minimalismo, o livro convida o leitor a desacelerar, a perceber a riqueza dos detalhes e a encontrar beleza naquilo que muitas vezes passa despercebido. Ele oferece um respiro – uma desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, um refúgio onde a poesia se torna caminho para reencontrar a essência e revolucionar o olhar sobre a vida.

Este livro não é apenas para ser lido, mas para ser sentido. Para te lembrar que pequenas mudanças podem transformar tudo ao seu redor. Respire. Leia. Revolucione.

Em 2024 o livro Revoluções Mínimas também se tornou um audiolivro. Como a música composta pelo parceiro violinista e compositor Dan Grasso, música e poesia ganharam mais uma dimensão de existência.  

Revoluções Mínimas – um livro de poemas nasce como um convite ao recolhimento, à contemplação e à mudança que começa no íntimo de cada um.

Criar este livro foi um processo de busca. Palavras arranjadas como notas de uma melodia silenciosa e as ilustrações de Arthur Pescuma, que dialogam em equilíbrio entre sentimento e pensamento. Um mergulho nas experiências e na observação do mundo do autor para esculpir poemas que, com aprumo e delicadeza, tocam corações e mentes.

Inspirado no minimalismo, o livro convida o leitor a desacelerar, a perceber a riqueza dos detalhes e a encontrar beleza naquilo que muitas vezes passa despercebido. Ele oferece um respiro – uma desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, um refúgio onde a poesia se torna caminho para reencontrar a essência e revolucionar o olhar sobre a vida.

Este livro não é apenas para ser lido, mas para ser sentido. Para te lembrar que pequenas mudanças podem transformar tudo ao seu redor. Respire. Leia. Revolucione.

Em 2024 o livro Revoluções Mínimas também se tornou um audiolivro. Como a música composta pelo parceiro violinista e compositor Dan Grasso, música e poesia ganharam mais uma dimensão de existência.  

Revoluções Mínimas – um livro de poemas nasce como um convite ao recolhimento, à contemplação e à mudança que começa no íntimo de cada um.

Criar este livro foi um processo de busca. Palavras arranjadas como notas de uma melodia silenciosa e as ilustrações de Arthur Pescuma, que dialogam em equilíbrio entre sentimento e pensamento. Um mergulho nas experiências e na observação do mundo do autor para esculpir poemas que, com aprumo e delicadeza, tocam corações e mentes.

Inspirado no minimalismo, o livro convida o leitor a desacelerar, a perceber a riqueza dos detalhes e a encontrar beleza naquilo que muitas vezes passa despercebido. Ele oferece um respiro – uma desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, um refúgio onde a poesia se torna caminho para reencontrar a essência e revolucionar o olhar sobre a vida.

Este livro não é apenas para ser lido, mas para ser sentido. Para te lembrar que pequenas mudanças podem transformar tudo ao seu redor. Respire. Leia. Revolucione.

Em 2024 o livro Revoluções Mínimas também se tornou um audiolivro. Como a música composta pelo parceiro violinista e compositor Dan Grasso, música e poesia ganharam mais uma dimensão de existência.  

Loja

Para adquirir o livro Revoluções Mínimas - um livro de poemas faça o pedido através do e-mail aayudarte70@gmail.com.

O valor do livro é de R$ 40,00.
Ao enviar o pedido, informe também o endereço completo para o cálculo do frete (que será cobrado à parte).

Leia uma amostra do livro

O Autor

O Autor

Minha primeira lembrança de escrever remonta às redações escolares. Ali, eu tinha a oportunidade de relatar minhas aventuras. Com o tempo, as redações se tornaram o espaço para minhas primeiras invenções com as palavras.

As primeiras paixões trouxeram as primeiras cartas de amor. Os sentimentos, em palavras, encontraram refúgio nas folhas em branco. Na adolescência, a descoberta dos poetas Manuel Bandeira e Mario Quintana; na juventude, Carlos Drummond de Andrade, Maiakóvski, Charles Baudelaire e Fernando Pessoa. Todos esses poetas — e tantos outros escritores — revelaram o que havia de mais profundo em mim. Assim, queria ser, um dia, como os poetas, e escrever se tornou um meio de me sentir vivo no mundo.

A música se juntou à literatura: um tempo de rock and roll, música brasileira, faculdade de Letras e de Filosofia. Os anos 90 inauguraram, para mim, o sonho de ser escritor, músico e compositor. Ousei dar ritmo a essa história e também me tornei percussionista. Muitas parcerias, apresentações, gravações, concursos e projetos artísticos juntaram música e literatura para andarem de mãos dadas na minha vida.

Hoje, vivendo minha década dos 50 anos, a música e a literatura continuam me causando espanto e emoções. Nesses anos todos, não desisti de procurar, com a arte, sintetizar com delicadeza as nuances do real e do imaginário que me fazem ser quem sou.

Entrem em contato com minha obra musical no Spotfy. 

Minha primeira lembrança de escrever remonta às redações escolares. Ali, eu tinha a oportunidade de relatar minhas aventuras. Com o tempo, as redações se tornaram o espaço para minhas primeiras invenções com as palavras.

As primeiras paixões trouxeram as primeiras cartas de amor. Os sentimentos, em palavras, encontraram refúgio nas folhas em branco. Na adolescência, a descoberta dos poetas Manuel Bandeira e Mario Quintana; na juventude, Carlos Drummond de Andrade, Maiakóvski, Charles Baudelaire e Fernando Pessoa. Todos esses poetas — e tantos outros escritores — revelaram o que havia de mais profundo em mim. Assim, queria ser, um dia, como os poetas, e escrever se tornou um meio de me sentir vivo no mundo.

A música se juntou à literatura: um tempo de rock and roll, música brasileira, faculdade de Letras e de Filosofia. Os anos 90 inauguraram, para mim, o sonho de ser escritor, músico e compositor. Ousei dar ritmo a essa história e também me tornei percussionista. Muitas parcerias, apresentações, gravações, concursos e projetos artísticos juntaram música e literatura para andarem de mãos dadas na minha vida.

Hoje, vivendo minha década dos 50 anos, a música e a literatura continuam me causando espanto e emoções. Nesses anos todos, não desisti de procurar, com a arte, sintetizar com delicadeza as nuances do real e do imaginário que me fazem ser quem sou.

Entrem em contato com minha obra musical no Spotfy. 

Minha primeira lembrança de escrever remonta às redações escolares. Ali, eu tinha a oportunidade de relatar minhas aventuras. Com o tempo, as redações se tornaram o espaço para minhas primeiras invenções com as palavras.

As primeiras paixões trouxeram as primeiras cartas de amor. Os sentimentos, em palavras, encontraram refúgio nas folhas em branco. Na adolescência, a descoberta dos poetas Manuel Bandeira e Mario Quintana; na juventude, Carlos Drummond de Andrade, Maiakóvski, Charles Baudelaire e Fernando Pessoa. Todos esses poetas — e tantos outros escritores — revelaram o que havia de mais profundo em mim. Assim, queria ser, um dia, como os poetas, e escrever se tornou um meio de me sentir vivo no mundo.

A música se juntou à literatura: um tempo de rock and roll, música brasileira, faculdade de Letras e de Filosofia. Os anos 90 inauguraram, para mim, o sonho de ser escritor, músico e compositor. Ousei dar ritmo a essa história e também me tornei percussionista. Muitas parcerias, apresentações, gravações, concursos e projetos artísticos juntaram música e literatura para andarem de mãos dadas na minha vida.

Hoje, vivendo minha década dos 50 anos, a música e a literatura continuam me causando espanto e emoções. Nesses anos todos, não desisti de procurar, com a arte, sintetizar com delicadeza as nuances do real e do imaginário que me fazem ser quem sou.

Entrem em contato com minha obra musical no Spotfy. 

Conheça nossa newsletter.

Se inscrevam para receber atualizações sobre o blog Revoluções Mínimas, a newsletter, novos lançamentos, eventos e promoções especiais.

Preencha aqui:

Desenvolvido por Pescuma Design.

Desenvolvido por Pescuma Design.

O livro

Revoluções Mínimas – um livro de poemas nasce como um convite ao recolhimento, à contemplação e à mudança que começa no íntimo de cada um.

Criar este livro foi um processo de busca. Palavras arranjadas como notas de uma melodia silenciosa e as ilustrações de Arthur Pescuma, que dialogam em equilíbrio entre sentimento e pensamento. Um mergulho nas experiências e na observação do mundo do autor para esculpir poemas que, com aprumo e delicadeza, tocam corações e mentes.

Inspirado no minimalismo, o livro convida o leitor a desacelerar, a perceber a riqueza dos detalhes e a encontrar beleza naquilo que muitas vezes passa despercebido. Ele oferece um respiro – uma desconexão das inúmeras informações que nos rodeiam, um refúgio onde a poesia se torna caminho para reencontrar a essência e revolucionar o olhar sobre a vida.

Este livro não é apenas para ser lido, mas para ser sentido. Para te lembrar que pequenas mudanças podem transformar tudo ao seu redor. Respire. Leia. Revolucione.

Em 2024 o livro Revoluções Mínimas também se tornou um audiolivro. Como a música composta pelo parceiro violinista e compositor Dan Grasso, música e poesia ganharam mais uma dimensão de existência.  

Conheça o livro

Minha primeira lembrança de escrever remonta às redações escolares. Ali, eu tinha a oportunidade de relatar minhas aventuras. Com o tempo, as redações se tornaram o espaço para minhas primeiras invenções com as palavras.

As primeiras paixões trouxeram as primeiras cartas de amor. Os sentimentos, em palavras, encontraram refúgio nas folhas em branco. Na adolescência, a descoberta dos poetas Manuel Bandeira e Mario Quintana; na juventude, Carlos Drummond de Andrade, Maiakóvski, Charles Baudelaire e Fernando Pessoa. Todos esses poetas — e tantos outros escritores — revelaram o que havia de mais profundo em mim. Assim, queria ser, um dia, como os poetas, e escrever se tornou um meio de me sentir vivo no mundo.

A música se juntou à literatura: um tempo de rock and roll, música brasileira, faculdade de Letras e de Filosofia. Os anos 90 inauguraram, para mim, o sonho de ser escritor, músico e compositor. Ousei dar ritmo a essa história e também me tornei percussionista. Muitas parcerias, apresentações, gravações, concursos e projetos artísticos juntaram música e literatura para andarem de mãos dadas na minha vida.

Hoje, vivendo minha década dos 50 anos, a música e a literatura continuam me causando espanto e emoções. Nesses anos todos, não desisti de procurar, com a arte, sintetizar com delicadeza as nuances do real e do imaginário que me fazem ser quem sou.

Entrem em contato com minha obra musical no Spotfy. 

O Autor

Para dar forma a essa ideia, o autor escreveu "Revoluções Mínimas – um livro de poemas", uma obra que traduz em poesia e ilustrações a importância de parar, respirar e encontrar beleza no essencial. Com inspiração poética, o livro convida o leitor a refletir e a perceber que cada pequeno gesto de cuidado consigo e com o mundo é um ato revolucionário. Afinal, mudar o coletivo começa na transformação individual.

Até chegarmos nessa amplitude filosófica, carregada de utopias e de possíveis realidades, as grandes mudanças humanas necessitam passar pelos indivíduas, por cada um de nós e nossas tantas subjetividades. A poesia, assim como a música, o teatro e todas as artes, são essas possibilidades de nos colocar em uma trilha interior onde, de forma mínima, as grandes revoluções do ser acontecem. Essas revoluções, aos poucos, são capazes de curar os nossos medos e mudar o rumo de nossas prosas – de nossas vidas e de todos no nosso entorno.

Conheça nossa Newsletter.

Se inscrevam para receber atualizações sobre o blog Revoluções Mínimas, a newsletter, novos lançamentos, eventos e promoções especiais.